Programa e metodologia
A programação foi construída para conduzir uma mudança de pergunta.
Em vez de partir diretamente para “qual cobertura usar?”, o encontro começa pelo que deveria orientar qualquer decisão diante de uma ferida crônica:
por que essa pessoa ainda não conseguiu cicatrizar?
A partir dessa pergunta, o participante é conduzido por uma linha de raciocínio que integra semiologia, autorregeneração, impedimentos à cicatrização, diagnóstico etiológico da cronificação e PRIVE®.
Conteúdo
A programação aborda:
- ferida crônica como expressão de impedimentos à cicatrização;
- autorregeneração e fisiologia do reparo;
- Princípio da Vigilância Efetiva;
- impedimentos presentes na ferida, no corpo, na história clínica, no contexto assistencial e na condução do cuidado;
- diagnóstico etiológico da cronificação;
- limites de uma condução centrada apenas no leito da ferida;
- semiologia como caminho para suspeitar o que sustenta a não cicatrização;
- PRIVE® como raciocínio integrativo no tratamento de pessoas com feridas crônicas.
Metodologia
A condução não parte de receita de conduta.
O foco está em organizar critérios, perguntas e relações clínicas para que o profissional deixe de olhar a ferida apenas como uma área aberta que precisa ser coberta.
A teoria entra como ferramenta de leitura: ajuda a perceber quando a condução está ativa, mas ainda presa à superfície do caso.